Bem-vindos à bordo!

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Amigos, estou planejando há algum tempo um blog sobre viagens, porque viajar é muito cool! Estou vivendo na terra do Panda Gigante e quero compartilhar com todos as experiências que eu tiver por aqui. Ao mesmo tempo quero deixar registrado algumas viagens que já fiz por este mundão e muitas outras que gostaria de fazer. Bem, apesar de estar pertinho, não sei se irei visitar o monte Everest, porque não gosto de altura e não gosto do frio! Mas também não tinha ideia de conhecer a China e agora estou vivendo aqui! Coisas da vida! Então, bora viajar e ser feliz!

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domingo, 16 de outubro de 2016

A Atlântida Chinesa




Um labirinto de templos, arcos memoriais, estradas pavimentadas e casas escondidas à 40 metros de profundidade. Conheça a real Atlântida Chinesa.

Texto retirado do blog universointeligente.


Metropolis: Shi Cheng, apelidado de Cidade Lion após as Montanhas Lion que a cercam, sempre esteve escondida sob 131 pés de água desde 1959 para gerar energia hidrelétrica


A Cidade do Leão, fica em um lago entre as Montanhas Cinco Leões, em Shi Cheng. Ela era o centro da política e da economia na província oriental de Zhejiang.
 
Mas em 1959, o governo chinês decidiu construir uma nova hidroelétrica.
 
 
Clássica: As estruturas em Shi Cheng foram construídas 1.300 anos atrás com estátuas chinesas tradicionais. Longe do vento e do sol, manteve-se intacta
 
A cidade apelidada de “Cidade do Leão” fica entre as Montanhas do Leão que a cercam, e esteve escondida sob 40 metros de água desde 1959.
 
Ao ser concluída a barragem, a cidade foi lentamente sendo preenchida com água até que ficou completamente submersa pela massa azul-turquesa do agora Lago Qiandao.
E ficou esquecida por 53 anos.
 
O filósofo grego Platão escreveu sobre Atlântida cerca de 2.600 anos atrás, descrevendo-a como “uma ilha situada em frente ao estreito chamado de Pilares de Hércules”.
 
Mergulhadores redescobriram a cidade opulenta em um ambicioso plano para trazer os turistas de volta a região.
 
Mesmo estruturas de madeira permanecem surpreendentemente forte, de acordo com a equipe que ter ido para inspecionar
 
Mesmo as estruturas feitas em madeira permanecem surpreendentemente fortes, de acordo com a equipe que tem ido na frente para inspecionar.
 
 
Ele disse que a cidade desapareceu nas profundezas das águas em um único dia e noite.
 
Pesquisas continuam em todo o Mediterrâneo, particularmente em torno de Gibraltar, para encontrar a Atlântida original.
 
Mas a versão artificial da China será em breve uma famosa atração.
 
Qiu Feng, um funcionário do turismo local, já sugeriu o uso de Shi Cheng como destino turístico para clubes de mergulho.
 
 
Carvings: Os visitantes poderão ver as gravuras tradicionais em primeira mão quando guiada por Qiu Feng e sua equipe
 
Os visitantes poderão ver as gravuras tradicionais em primeira mão quando guiados por Qiu Feng e sua equipe.
 
 
Antes: Este é um esboço da cidade remonta centenas de anos, mostrando pessoas de estimulação das ruas e das mercadorias acarretou a cavalo
 
 
Este é um esboço da cidade que remonta centenas de anos, mostrando pessoas andando pelas ruas e das mercadorias levadas por cavalos.
 
 
Locator: O lago recém-construído, o que gerou energia hidroeléctrica para a região, é apenas ao sul de Xangai, no extremo leste da China
 
 
Qui disse: “Nós tivemos sorte. Assim que mergulhamos no lago, encontramos a parede exterior da cidade e ainda peguei um tijolo para provar isso.”
 
Protegida do vento, chuva e sol, a cidade inteira foi tachada de “cápsula do tempo”, por que quase toda a estrutura permanece completamente intacta, incluindo vigas de madeira e as escadas.
 
 
 
 

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

A Sicília no cinema: Filmes que vão fazer você viajar!


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Um modo de viajar pela Sicília é através dos inúmeros filmes ambientados ali. As pitorescas cidades, as mazelas sociais e o modo de vida dos sicilianos inspirou grandes cineastas a criarem verdadeiras obras de arte que entraram para a história. Selecionei alguns filmes, todos lançados no Brasil, para que você faça uma viagem cinematográfica pela Sicília.
 
 
1) Cinema Paradiso (1988)
Certamente é o primeiro filme que virá na sua mente ao pensar na Sicília, e por isso um clichê, mas o maior filme de Tornatore não poderia ficar de fora da minha lista. As filmagens de Cinema Paradiso foram feitas em Palazzo Adriano, Bagheria e Cefalù, três cidades da Província de Palermo. A praça principal no filme é aquela de Palazzo Adriano e o lugar continua igualzinho como na época das filmagens, trânsito a parte.
 
 
 
2) Imensidão Azul (1988)
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O cult de Luc Besson inspirou muita gente a visitar Taormina, uma das locações do filme. A história inicia em uma ilha grega, onde duas crianças brincam de quem permanece mais tempo embaixo d’água. Quando adultos, o francês Jacques Mayol e o italiano Enzo Molinari continuam com a mesma paixão, o mergulho em apneia. Enzo se torna um campeão de mergulho e decide desafiar Jacques no campeonato mundial de apneia realizado em Taormina.
 
 
3) Johnny Stecchino (1991)
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Palermo é a cidade onde é ambientado este hilário filme de Roberto Benigni e na minha opinião é o seu segundo melhor filme, só perdendo para “A Vida é Bella”, obviamente. O filme conta a história de Dante, um motorista de ônibus que, em uma festa, conhece Maria. A moça o convida a visitar sua casa em Palermo, mas na verdade Maria quer que Dante aceite o convite porque ele é um sósia de seu marido, Johnny Stecchino, um ex-mafioso que todos querem ver morto. Assim, Maria e Johnny esperam enganar a todos, fazendo com que matem Dante no lugar de Johnny. Algumas cenas do filme foram gravadas em Letojanni e Mazzeo, lugares nos arredores de Taormina.
 
 
4) O Carteiro e o Poeta (1994)
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Quem não conhece ou que nunca se emocionou com esta obra-prima do cinema italiano que atire a primeira pedra! A história de Pablo Neruda, exiliado na Itália, e seu amigo carteiro foi gravada no vilarejo de Pollara que fica localizado em Salina, uma das ilhas arquipélago das Eólias.
 
 
5) O Homem das Estrelas (1995)
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Até antes de iniciar a escrever este post, não conhecia “O Homem das Estrelas“.  Ao ler a sinopse do filme, fiquei curiosa, o procurei para assistir e adorei. “O Homem das Estrelas” se passa em algumas cidades fictícias da Sicília, mas foi filmado em Modica e Ragusa Ibla, duas cidades do sudeste da Sicília. O filme conta a história de Joe Moretti (Sergio Castellito), um homem que finge trabalhar para um grande estúdio de cinema de Roma e vai percorrendo as cidadezinhas da Sicília, cobrando por cada teste de recitação feito. O filme se passa nos anos 50, mas eu pude reconhecer em vários personagens as características de sicilianos que conheço ou que já vi por aí. Ah, é  mais um filme de Giuseppe Tornatore!
 
 
6) Malena (2000)
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Malena é um filme de Giuseppe Tornatore que conta a história de um garoto de 14 anos de idade, Renato, que se apaixona por uma mulher muito mais velha, Malena (Monica Bellucci), desejada pelos homens e odiada pelas mulheres de uma cidadezinha da Sicília. A história de Renato e Malena inicia juntamente com a entrada da Itália na II Guerra Mundial e se conclui com o desembarque das tropas aliadas na Sicília em 1943. As locações principais do filme foram o centro histórico de Siracusa (Ortigia), a Via Vittorio Emanuele em Noto e as falésias de Scala dei Turchi.
 
7) Baaría, a Porta do Vento (2009)
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Outro maravilhoso filme de Giuseppe Tornatore, canditato ao Globo de Ouro como Melhor Filme Estrangeiro em 2010, é Baaría – A Porta do Vento. O filme conta a história de uma família siciliana, da cidade de Bagheria (terra natal de Tornatore) no período que vai da época fascista aos anos 70. Baaría é repleto de personagens peculiares, mas que realmente existiram na Sicília do período pós-guerra. Uma curiosidade: como os atores recitaram em dialeto siciliano e o filme foi lançado no resto da Itália com legendas. Se você ainda não assistiu a Baaría, a Porta do Vento, não deixe de vê-lo!
 
 
8) Terra Firme (2011)
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Terra Firme é um daqueles filmes que transmitem tristeza e decidi incluí-lo simplesmente porque o filme retrata a realidade de Lampedusa. Os habitantes da ilha dependem do turismo, mas todos os dias têm que enfrentar os problemas que a chegada de barcos lotados de imigrantes da África trouxe, afetando a vida de cada um. Uma ilha minúscula que teve que lidar com a superlotação dos centros de acolhimento e com a rejeição dos turistas que, por puro preconceito, preferem escolher outros destinos mesmo a Spiaggia dei Conigli tendo sido eleita a praia mais bonita do mundo.
 
 
 
 

terça-feira, 31 de maio de 2016

Cidades Perdidas do Mundo

As civilizações antigas e suas cidades perdidas causam fascínio e despertam interesse em muitos viajantes mundo afora.
 
São verdadeiros testemunhos e revelam em parte a história e hábitos de vida de civilizações antigas. Estas cidades perdidas exibem uma atmosfera única e enriquecem qualquer roteiro de viagem.


 
Akrotiri, Santorini, Grécia. Famosas por suas belezas cênicas, as ilhas gregas são um convite ao ócio e à "dolce vita". Mas Santorini, justamente a mais badalada delas, guarda também o sítio arqueológico Akrotiri, onde estão as ruínas do antigo Monastério de Katholiko. Escavações revelaram edificações da Idade do Bronze, algumas das mais importantes descobertas arqueológicas do Mediterrâneo. Mas em algum momento o local teve de ser abandonado em função de terremotos e erupções vulcânicas. Sim, num processo similar ao que aconteceu na italiana Pompeia, Akrotiri também foi coberta pela lava e teve suas construções preservadas.




Cartago, Tunísia Cartago foi fundada no século 9º a.C. pelos fenícios, destruída e reinventada por romanos e, posteriormente, caiu nas mãos dos árabes. Originalmente, a cidade controlou o comércio no Mediterrâneo, transformando-se numa potência econômica à época. As ruínas daquele que foi um dos centros urbanos mais importantes da humanidade resistem perto de Túnis, capital da Tunísia, e podem ser visitadas pelos




Troia, Turquia A lendária Troia remete à guerra entre gregos e troianos, epopeia descrita nos poemas de Homero. Suas ruínas foram encontradas em 1871, feito tributado ao alemão Heinrich Schliemann. Hoje o sítio arqueológico, situado próximo a Çanakkale e ao Estreito de Dardanelos, na Turquia, está aberto à visitação. Além de muros e colunas, há um anfiteatro romano no local, declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1998.


El Tigre, Guatemala

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Este templo fica localizado ao norte do departamento de El Petén, próxima à fronteira com o México. Faz parte do extenso assentamento chamado "El Mirador", um sítio arqueológico que engloba um fantástico complexo de pirâmides e habitações da Era Pré-Clássica Maia.


 

El Caracol, Belize

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Sítio arqueológico pré-colombiano, situado no planalto Vaca, 500m acima do nível do mar, foi um dos mais importantes centros políticos da Civilização Maia. Em sua época gloriosa, chegou a área total de 200 quilômetros quadrados, bem maior que a Cidade de Belize, a capital.
 
 
Persépolis, Irã
 
Elfandarilha
Foi fundada por Dário I, em 518 a.C era a antiga capital do Império Aquemênida. Está localizada a nordeste da cidade de Shiraz, foi destruída pelo exército de Alexandre, o Grande, tendo suas ruinas sido escavadas em 1930. Está hoje, nos principais roteiros turísticos do país.

 
 

Timgad na Argélia é a cidade perdida arquetípica das histórias de aventura. No passado uma cidade vibrante, fundada no deserto por ordem do imperador Trajano, sobreviveu às revoltas do império e cresceu a uma cidade de comércio de grande porte.
No século 5, renasceu como um centro da vida cristã. No século 7, vândalos levaram ao completo abandono da cidade. Nisso, as areias do Saara cobriram o local e o preservaram até sua redescoberta, em 1881. Agora, as ruínas da cidade dão um insight brilhante sobre cidades romanas das províncias africanas. As ruas seguem um design perfeito, como seria de esperar de uma cidade construída sob encomenda. Hoje, pode-se ver o arco de Trajano, os locais de banhos e o templo de Júpiter. O templo é tão grande quanto o panteão em Roma, mostrando a importância da cidade. No fórum, lê-se a inscrição: “Para caçar, tomar banho, jogar e rir. Esta é a vida!”.
 
Machu Picchu Peru
 
Nenhuma lista de cidades perdidas está completa sem Machu Picchu. Esta cidade inca fica em um pico nos Andes. Foi apenas habitada por um curto período de tempo, de 1450 a 1572 d.C., antes de ser abandonada como resultado da conquista espanhola da América do Sul.
Como os espanhóis nunca encontraram a cidade, e moradores não revelaram a sua localização, Machu Picchu só chamou a atenção do Ocidente no início do século 20. Ainda há debate sobre a “função” de Machu Picchu: seria um retiro real, um santuário religioso?
Hoje, é fácil chegar até lá, com ônibus e trens regulares. Isto levou a preocupações sobre a sustentabilidade de um grande número de visitantes, no entanto, dadas as vistas maravilhosas e as ruínas esplêndidas, não dá pra deixar de ir até a região.
 
 
 Petra – Jordânia
 
 
 
O nome Petra vem do grego e significa rocha. Pois quando os primeiros nativos chegaram lá, viram muitas pedras e rochas e, então surgiu a ideia de colocar o nome Petra e traduzido basicamente A cidade das rochas. Ela é famosa principalmente pelos seus monumentos escavados na rocha, que apresentam fachadas de tipo helenístico. Peritos no domínio da hidráulica, os Nabateus dotaram a cidade de um enorme sistema de túneis e de câmaras de água. Um teatro, construído à imagem dos modelos greco-romanos, dispunha de capacidade para 4000 espectadores. Um terremoto destruiu quase metade da cidade, contudo a cidade não morreu: após este acontecimento muitos dos edifícios "antigos" foram derrubados e reutilizados para a construção de novos, em particular igrejas e edifícios públicos. (Wikipedia)
 
 
Pompéia e Herculano – Itália



Ao meio-dia de 24 de agosto de 79 d. C, a prosperidade das duas cidades chegou ao fim quando o Monte Vesúvio explodiu, expelindo uma nuvem com formado de cogumelo de 10 quilômetros de cinzas e pedra-pomes para a estratosfera. Ao longo das 12 horas que se passaram, cinzas vulcânicas e uma chuva de pedras-pomes caíram sobre Pompeia, obrigando seus moradores a fugirem aterrorizados. Cerca de 2 mil pessoas ficaram em Pompeia, escondidas em porões ou estruturas de pedra, esperando pelo fim da erupção. Os restos de 2 mil homens, mulheres e crianças foram encontrados em Pompeia. Além dos corpos, congelados no tempo, ali estavam objetos comuns que ajudaram a contar a história da vida cotidiana na cidade. Até 1982 ainda eram encontrados restos humanos em Herculano. (history)

 
hypescience
viajeaqui

elfandarilha

terça-feira, 24 de maio de 2016

Hoje é o dia Nacional do Café



 
Segundo a lenda, Kaldi, um pastor de cabras que morava em um vilarejo na Etiópia, observou seus animais pastando animados, correndo de um arbusto para o outro, em busca de pequenas frutas vermelhas. Ele ficou intrigado e resolveu experimentar a iguaria. Logo, estava alegre e contente saltitando junto com seu rebanho. O café havia sido descoberto!
 
 A cerimônia do café normalmente é feita em ocasiões especiais, mas os etíopes mais tradicionais a realizam todos os dias.
 
O café cruzou o Mar Vermelho, e as primeiras mudas começaram a ser cultivadas no Iêmen. Então ganhou o Oriente Médio e logo depois a Europa. Na Inglaterra deixava os trabalhadores mais dispostos durante a Revolução Industrial, e na França reunia intelectuais nas cafeterias para debater política. Na Ásia, o Vietnã se tornou o maior produtor da variedade robusta, enquanto o Brasil se tornou o maior produtor mundial.
 
Com o tempo, o gosto pelo café foi se aperfeiçoando e o cafezinho ganhou várias versões. A mais exótica de todas é o kopi luwak da Indonésia, que é elaborado a partir das fezes de um animal.
 
O café se espalhou pelo mundo e ganhou um número gigantesco de apreciadores que não conseguem passar o dia sem uma dose de cafeína.




Para os amantes do café e que estejam por Santos, São Paulo, vale o passeio pelo Museu do Café, conheça a historia, veja fotos e deguste de um bom café na cafeteria do museu. A cafeteria do museu oferece cafés de diferentes regiões do Brasil, além de sofisticados drinks.

Leia mais em:

museudocafe


Fonte de pesquisa: viajeaqui

domingo, 15 de maio de 2016

A Evolução dos Riquixás






Faz um tempo, comprei aqui na China uma espécie de Riquixá moderno. Ele e bem bonitinho, útil, grande, super equipado, com câmera para ré, ventilador, teto solar, música, bagageiro, leva 3 adultos e duas crianças na boa.


O riquixá ou riquexó é um meio de transporte de tração humana em que uma pessoa puxa uma carroça de duas rodas onde acomodam-se mais uma ou duas pessoas. O vocábulo riquixá tem origem na Ásia onde eram amplamente utilizados como meios de transporte pela elite. Atualmente, no entanto, os riquixás foram proibidos em muitos países na Ásia em decorrência dos numerosos acidentes.
 
 
Os riquixás comuns têm sido substituídos, principalmente na Ásia, pelos ciclo-riquixás.
 
O ciclo-riquixá, também conhecido como ecotáxi, pedicab, riquixá, rickshaw ou riquexó, é um meio de transporte em baixa escala. O ciclo-riquixá é um veículo de tração humana, muitas vezes utilizado por aluguel, equipado com um ou mais bancos para carregar passageiros, além do condutor.
 
Os ciclo-riquixás são utilizados por todo o mundo em grandes cidades e normalmente são encontrados em grandes centros urbanos, atrações turísticas e eventos que atraem grandes multidões. Muitos ciclo-riquixás substituíram os menos eficientes riquixás, que são puxados por uma pessoa a pé.
 
 
 
 Eles também são comuns em cidades ocidentais como Nova Iorque. Em Londres eles são conhecidos como pedicabs. O termo "riquixá" é utilizado também para esses veículos, mas esse artigo trata exclusivamente de riquixás puxados a pé.
O vocábulo "riquixá" vem da palavra japonesa jinrikisha (人力車, onde jin =humano, riki= tração, sha = veículo), que literalmente significa "veículo de tração humana".
 







São conhecido também como auto-rickshaw, tuk-tuk, bajaj, ou baby-táxi.




Olha o meu aí!


wikipedia

segunda-feira, 21 de março de 2016

Que tal conhecer os castelos mais bonitos do mundo?

Os castelos que foram exemplo de fortaleza e autoridade na Idade Média, hoje são vistos com admiração e curiosidade. Estas construções antigas sobrevivem, até hoje, com elegância e imponência atraindo turistas em várias épocas do ano que desejam conhecer os mistérios guardados pelos castelos.
 

  (Foto: reprodução / iStockphoto)
 
Monte Saint Michel, Manche, França

  (Foto: Wikimedia Commons / Uwe Küchler)
Construído sobre um monte à beira-mar, o mosteiro só pode ser acessado a pé durante a maré baixa. Sua grandiosidade torna-o um dos pontos turísticos mais famosos do país, com uma frequência anual de mais de 3,5 milhões de visitantes.



  (Foto: reprodução / iStockphoto)

Castelo de Edimburgo, Escócia

  (Foto: Wikimedia Commons / Jericho)
Boa parte das batalhas que separaram – e anexaram – a Escócia da Grã-Bretanha aconteceu dentro ou nos arredores dessa fortificação. Tanto assim que a construção, erguida a partir do século 12, é considerada o símbolo nacional escocês.



  (Foto: reprodução / iStockphoto)

Castelo Neuschwanstein, próximo a Munique, Alemanha

  (Foto: Wikimedia Commons / Photoglob AG)
Esta fortificação foi erguida no século 19, portanto não tem nada de medieval. Mas sua inserção na paisagem é tão encantadora que o palácio se tornou o paradigma dos castelos, graças à Disney, que eternizou sua imagem nos cenários da fábula de Cinderela.



  (Foto: reprodução / iStockphoto)

Castelo Glamis, Angus, Escócia

  (Foto: Wikimedia Commons / Ian Robinson)
Não é a maior nem a mais antiga, muito menos a mais importante fortificação do planeta. Mas o Glamis faz parte desta lista por ser o mais mal-assombrado dos castelos europeus.


  (Foto: reprodução / iStockphoto)

Castelo de Windsor, Berkshire, Inglaterra

  (Foto: Wikimedia Commons / Mark S Jobling)
Com 900 anos de existência, o Castelo de Windsor é a maior e mais antiga residência real do planeta. Ali vive a rainha Elizabeth II e parte de sua notável família.



  (Foto: reprodução / iStockphoto)

Castelo Chambord, Loir-et-Cher, França

  (Foto: Wikimedia Commons / Elementerre)
Residência do rei Luís XIV, o castelo Chambord foi erguido no século 16. Atualmente é a mais visitada das construções do vale do Loire.


  (Foto: reprodução / iStockphoto)

Castelo de Saint Michel, Cornuália, Inglaterra

   (Foto: Wikimedia Commons / Mark Twyning)
Menos famoso do que seu homônimo francês, o Mont Saint Michel inglês também só pode ser acessado quando a maré está baixa. Está localizado no pitoresco vilarejo costeiro de Marazion.


Veja mais em:
casavogue

 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Provérbio Chinês II

Resultado de imagem para galhos balançando

"Enquanto o tronco é firme, não se preocupe sobre os galhos balançando ao vento".

Provérbio chinês